sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
"...Aos nobres amigos..."
"... Quero ser vossa amiga...Nem demais… nem de menos...
Nem tão longe… nem tão perto...
Na medida mais precisa que eu puder.
Amar-vos como o próximo, sem medida...
E ficar sempre na vossa vida.
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-vos a liberdade,
Sem jamais vos sufocar,
Sem forçar a vossa vontade.
Sem falar quando for a hora de calar...
E sem calar quando for a hora de falar...
Nem ausente... nem presente demais...
Simplesmente, calmamente, ser-vos, Paz!
É bonito ser amigo,
Mas confesso: É tão difícil aprender!!!
Por isso, eu vos peço: paciência!
Vou encher vosso rosto
De alegrias, lembranças,
Amor, esperanças…
E tudo aquilo que puder...
Mas, agora, que partem...
Deixando meu coração assim
Indefeso… cheio de infâncias…
Dêem-me tempo... AMIGOS...
De acertar… nossas distâncias..."...
Apenas um "até já", de quem se vê impossibilitada de não vos ter na sua vida!
Sara Batista
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Falam...falam...e não dizem nada!!!

"Conta-se que Bocage, ao chegar a casa, um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do quintal. Chegando lá, constatou que um ladrão tentava levar os seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, disse-lhe:
- Oh, meu bucéfalo anácrono! Não te interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo... Mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso e atordoado com tais palavras, apenas consegue perguntar:
- Doutor, afinal, levo ou deixo os patos?"
domingo, 30 de dezembro de 2007
...quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses são suficientes para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para adiante vai ser diferente. Para ti, desejo o sonho realizado. O amor esperado. A esperança renovada. Para ti, desejo todas as cores desta vida. Todas as alegrias que te façam sorrir. Todas as músicas que puderem emocionar. Para ti neste novo ano, desejo que os amigos sejam mais cúmplices, que a tua família esteja mais unida, que a tua vida seja melhor vivida. Gostaria de te desejar tantas coisas. Mas nada seria suficiente... Então, desejo apenas que tenhas muitos desejos. Desejos grandes e que eles te possam mover sempre, e que a cada novo rumo que tomes tenhas a certeza de que a felicidade está lá, e está em todos os outros, porque ela está, na verdade, dentro de ti...
Desconhecido citado via mail por Andreia ;)
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
...canto à amizade...
...Trago-te o mar, as nuvens que só as crianças sonham a vermelho. Trago-te a terra que te transformou em húmus e a seiva morna das árvores, a dor que a vida faz a latejar no pulso dos homens sozinhos... e o tempo, essa doença dos vivos eternizou-nos.(...) Trago a cinza das horas nos cabelos e os dias da paixão onde não há dias nenhuns. Trago-te as palavras, e este cigarro que fumaremos os dois... in Anjo Mudo de Al Berto
Bom Natal :)
terça-feira, 27 de novembro de 2007
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Norte / Sul
Aqui há dias um amigo publicou no JN um artigo que acho pertinente partilhar convosco...
(Berta... tu não és Moura, és só "mourinha" por seres do Benfica... ainda estas a tempo de mudar...lollol)
"Frequentemente assistimos nos mass media, a propósito do futebol, da política e da economia, entre outros assuntos, a uma batalha de argumentos, e não só, entre o "Norte" e o "Sul". Até aqui nada que me tire o sono. O problema está quando analisamos este assunto de uma forma mais radical. Vamos ver a extensão e compreensão dos conceitos. Ou seja, os "senhores do norte" quando utilizam o conceito "sul" estarão a referir-se ao Alentejo ou ao Algarve? Não! Estão referir-se a Lisboa, salientando que as infra-estruturas vão todas para o "sul", as maiores verbas do orçamento são para o "sul", etc. São estes mesmos senhores que estão a exigir que estas mesmas verbas e infra-estruturas venham para o "Norte". Vamos fazer o mesmo, ou seja, analisar a extensão e a compreensão do conceito "Norte". Será que estes senhores, quando se referem ao "Norte" estão a pensar em Vila Real, em Valpaços, em Vinhais, em Bragança, em Chaves, ou em Montalegre? Não! Estão a pensar no Porto! Portanto, o conceito "Norte", para estes senhores, termina em Amarante (talvez esteja a ir longe demais geograficamente) e tenho muitas dúvidas se o Minho "caberá" dentro do conceito. Se é verdade que muitos cidadãos da região Norte habitam no Porto, se identificam com a cidade, com a sua História, com a sua cultura, com os seus clubes, nem todos, incluindo eu, apesar de reconhecer a sua importância, a sua História, a sua cultura e tradições, não reconheço o Porto como porta-voz do "Norte". O "Norte" é muito mais do que o Porto ou o Douro Litoral. Por isso, era preferível que estas "guerras" Norte/Sul tivessem maior rigor conceptual. Usem "Lisboa" em vez de "Sul"; usem "Porto" em vez de "Norte". Além do mais (talvez vá irritar muitos "senhores do Norte"), geograficamente, o Porto é o sul do norte.
Sérgio Morais
(Berta... tu não és Moura, és só "mourinha" por seres do Benfica... ainda estas a tempo de mudar...lollol)
"Frequentemente assistimos nos mass media, a propósito do futebol, da política e da economia, entre outros assuntos, a uma batalha de argumentos, e não só, entre o "Norte" e o "Sul". Até aqui nada que me tire o sono. O problema está quando analisamos este assunto de uma forma mais radical. Vamos ver a extensão e compreensão dos conceitos. Ou seja, os "senhores do norte" quando utilizam o conceito "sul" estarão a referir-se ao Alentejo ou ao Algarve? Não! Estão referir-se a Lisboa, salientando que as infra-estruturas vão todas para o "sul", as maiores verbas do orçamento são para o "sul", etc. São estes mesmos senhores que estão a exigir que estas mesmas verbas e infra-estruturas venham para o "Norte". Vamos fazer o mesmo, ou seja, analisar a extensão e a compreensão do conceito "Norte". Será que estes senhores, quando se referem ao "Norte" estão a pensar em Vila Real, em Valpaços, em Vinhais, em Bragança, em Chaves, ou em Montalegre? Não! Estão a pensar no Porto! Portanto, o conceito "Norte", para estes senhores, termina em Amarante (talvez esteja a ir longe demais geograficamente) e tenho muitas dúvidas se o Minho "caberá" dentro do conceito. Se é verdade que muitos cidadãos da região Norte habitam no Porto, se identificam com a cidade, com a sua História, com a sua cultura, com os seus clubes, nem todos, incluindo eu, apesar de reconhecer a sua importância, a sua História, a sua cultura e tradições, não reconheço o Porto como porta-voz do "Norte". O "Norte" é muito mais do que o Porto ou o Douro Litoral. Por isso, era preferível que estas "guerras" Norte/Sul tivessem maior rigor conceptual. Usem "Lisboa" em vez de "Sul"; usem "Porto" em vez de "Norte". Além do mais (talvez vá irritar muitos "senhores do Norte"), geograficamente, o Porto é o sul do norte.
Sérgio Morais
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Somos os mAiores :-D
Uma pergunta... quem me ensina a cantar o hino de Portugal com sotaque do norte? :-)
Heróis do mar, nobre Pobo,
Nação balente, imortal,
Lebantai hoje de nobo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a boz
Dos teus egrégios abós,
Que há-de guiar-te à bitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
E biba Portugal, carago!... :-)
Saudações da pseudo-moura. Sim... porque é o que sou... sou uma falsa moura.;-)
Agora sem brincadeiras... espero que o trabalho para a cadeira (e o restante) esteja a correr bem. :)
Até sexta...
Heróis do mar, nobre Pobo,
Nação balente, imortal,
Lebantai hoje de nobo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a boz
Dos teus egrégios abós,
Que há-de guiar-te à bitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
E biba Portugal, carago!... :-)
Saudações da pseudo-moura. Sim... porque é o que sou... sou uma falsa moura.;-)
Agora sem brincadeiras... espero que o trabalho para a cadeira (e o restante) esteja a correr bem. :)
Até sexta...
domingo, 18 de novembro de 2007
Amigo... maior que o pensamento...
Carlos... Isto é, especialmente para ti, amigo. Depois da nossa versão aqui ponho uma outra :)
Peço desculpa aos noivos. Realmente as vossas fotos tão lindíssimas e bem que mereciam estar sempre em primeiro plano:).
E já agora... se passarem em Coimbra visitem esta sala "acapella". ;)
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinicius de Moraes
Que fotos tão bonitas. ;) Principalmente aquelas na vinha:) Muito bem conseguidas. Mas também... com estes modelos só se podia esperar fotos assim;)
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinicius de Moraes
Que fotos tão bonitas. ;) Principalmente aquelas na vinha:) Muito bem conseguidas. Mas também... com estes modelos só se podia esperar fotos assim;)
domingo, 28 de outubro de 2007
domingo, 21 de outubro de 2007
domingo, 14 de outubro de 2007
Penetrar no mistério do outro só pode ser uma aventura de amor. (...) e nessa aventura de relação amorosa, o reconhecimento do mistério do outro faz-se, antes de mais, pela ternura. O próprio dom do corpo, acolhendo o outro que se entrega, encontra na ternura o seu sentido mais sublime.D. José Policarpo
Um dia luminoso... grandioso :)
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