sábado, 17 de fevereiro de 2007

A verdadeira história da Francesinha

As francesinhas nasceram no Porto, “inventadas” na década de sessenta por um emigrante regressado de França.
Ele decidiu dar um toque especial a uma receita tipicamente francesa, chamada
"croque-monsieur". Esta especialidade típica é um snack muito apreciado nos restaurantes e cafés franceses.
Este iluminado homem teve a feliz ideia de improvisar e adaptar este prato aos nossos ingredientes e à nossa cultura, adicionando ao nosso paladar a magia de um molho que é a alma da receita.
Transformou
um “simples”
"croque-monsieur" em algo com mais alma, a transbordar de vida e de substância. Algo que qualquer português ou portuense nunca teria imaginado ser possível comer até à altura.
Depois do caldo verde, das tripas, da broa e do bacalhau à Gomes de Sá, eis então que nasce a única receita gastronómica original portuense do século XX. A Francesinha.
Este “estrondoso” prato é hoje em dia uma das mais apreciadas iguarias da cidade, e é a especialidade de vários restaurantes locais dos mais chiques aos mais populistas.
A francesinha é portanto um prato do povo, para o povo comer, e presentemente com imensas variantes de receitas, (com variantes inclusivamente vegetarianas imagine-se!) mas sempre com o mesmo espírito, de maneira a satisfazer todos os diferentes gostos das nossas gentes.
A que patamar de popularidade nacional chegará esta receita será algo difícil de prever. Aquilo que de facto se pode dizer é que quem cá vem e prova, geralmente regressa.

Poderá dizer-se que a francesinha pertence apenas aos restaurantes e cafés mais tradicionais do Porto ou sofrerá uma globalização ao país?
O futuro nunca se sabe, e uma coisa é certa: Cá estaremos nós a provar muitas e suculentas francesinhas, no restaurante ou em casa, no Porto ou em outro lado qualquer.

4 comentários:

Berta disse...

;-) e o teste como te correu? Bom resto de fim de semana!... Beijocas...

Turma disse...

O teste? Qual teste? Aquilo era coisa para meninos...

Deixa-te de coisas, ó Berta! Ouvi dizer que te estás a afiambrar para um dezassete e ainda perguntas pelo teste?...

Beijinhos

Cristina Ribeiro disse...

Ó Berta,
daqui é a Cristina que responde. O teste correu mais ou menos, Estava com a cabeça noutro lugar. Aquilo do 17, não sei quem escreveu.

Beijos
Cristina

Berta disse...

entao não, carlos??? para um 20 no minímo... bahhh... não correu lá muito bem... olha lá, carlos (futuro delegado) qd começas a postar com o teu nome? BOM ENTRUDO... Cristina: vais vestir o teu puto de q? eheh.. Saudações linguísticas...