"Dão-me licença que vá bebendo um pouco de cerveja, sofro uma tremenda perda de líquidos (...)O contrabaixo é assim. Quando temos visitas, ele é a vedeta. Tudo o que se diz tem a ver com ele. Se se quer estar sozinho com uma mulher, lá está ele a vigiar-nos. Se se chega a uma situação de maior intimidade... ele assiste a tudo. Temos sempre a sensação de que ele se está a divertir, que torna o acto ridículo. E, claro esta sensação se transmite à visita, e então... sabem como é, o amor físico e a sensação de rídiculo têm tanto a ver um com o outro, e como isso é difícil de suportar! É deplorável! Não funciona de todo. Desculpem...
...Eu sei. Isto não vem ao caso. E os senhores também nada têm a ver com isto. Estou certo de que os senhores têm os vossos próprios problemas nesta matéria. Mas eu tenho que desabafar. (...) Porque a última vez que estive com uma mulher foi há dois anos e a culpa é dele! Nessa altura escondi-o numa banheira, só que isto não resolveu nada, o seu espírito sobrevoava-nos como uma Fermata... (...)"
Está a ser um fartote de rir!... Descobri esta peça na entrevista de Carlos Bica, no Pessoal e Transmissível.
Aqui fica um "cheirinho" da música deste senhor.
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